segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Tour de Fim de Ano

Bom! Optei por fazer uma viagem pelo Leste Europeu, ja que seria um tour interessante e ao mesmo temppo barato, ja que como no final de ano quase todo mundo ja nao andava bem das pernas, com relaçao a dinheiro...Hahah!
Iniciamos nossa jornada desde Bilbao para Barcelona e de la iriamos partir para os demais paises junto com uma tropa de mais 8 brasileiros. Logo depois chegamos em Praga-Rep. Checa num frio do capeta, todo mundo na animaçao de ver neve (triste ilusao).
Logo que chegamos no hostel de Praga nos deparamos com um hostel incrivel, como se o hostel fosse dentro de um bar, limpo, grande, aconhegante!! A unica coisa ruim era que tava lotado de brasileiro, convenhamos que viajar pela europa e encontrar uma porrada de brasileiros nao tem muita graça.

  Bar do Hostel Saint Christopher

 Entrada do Hostel Saint Christopher

A cidade em si é incrivel, tem varios pontos turiscos, alem de ser uma cidade com muitas festas! Passei a noite de Natal em Praga, ficamos de 23 a 26 de dezembro.

Igreja de Sao Francisco de Assis

Fonte de Kranner "Krannerova Kasna"


Castelo de Praga


Museu Nacional de Praga "Národní muzeum"

Em seguida, depois de Praga, rumamos de trem para Viena-Austria, bastante comfortavel, porém uma viagem muito longa de 5 hras. Tudo tranquilo na chegada a Viena, bem fácil se locomover pelo metro da cidade, sem muitos problemas, encontrar o hostel tambem foi tranquilo! Chegamos em outro hostel incrivel lotado de turistas e como nao podia faltar lotado de Brazucas.

Wombat's Hostel

Wombat Bar

Wombat Bar

Entrada

Viena é outra cidade incrivel para se visitar, com monumentos estupendos e vistas maravilhosa, os vieneses tem una culura muito interesante de disfrutar de concertos e operas.


 Igreja Votivkirche

 Universidade de Viena


Kunsthistorisches Museum



Prédio da Rathaus, prefeitura de Viena





  Catedral de Santo Estêvão



Augarten, os Jardins do Palácio de Schönbrunn ou a Floresta Inundada Lobau
(Nao tao belos por conta do inverno)




Seguindo viagem para Bratislava-Eslovaquia, para ser sincero so conhecia Bratislava apenas peo filme Eurotrip e tambem porque ficava na direçao de nosso ultimo destino que seria Budapeste. Bratislava nao é tao grande e nao tem tantos monumentos históricos como as outras cidades, 2 dias e meio é o bastante para conhecer a cidade, tanto a vida diurna quanto a nortuna.




Castelo de Bratislava

E agora seguindo para o ultimo destino, Budapest-Hungria, cidade que moraria tranquilamente, incrivel, como as outras, é uma cidade bastante turistica! O interessante de Budapeste é que a cidade é divida em duas uma parte chamada de Buda e a outra de Pest. Budapeste foi a cidade que conhecemos mais afundo, conhecemos um pouco sobre a cidade e cultura, através do Free Tour ou Walking Tour que se tem em quase todos os Hostel da europa. Um monumento interesantissimo é a  Praça dos Heróis (Hősök tere) é uma das praças mais importantes de Budapeste,  rodeada por dois importantes edifícios, o Museu de Belas Artes de Budapeste e o Palácio da Arte.

Memorial do Milenio/ Praça dos Herois

Também chamado Monumento do Milénio ou Monumento Milenáriocom estátuas dos líderes das sete tribos magiares que fundaram a Hungria no século IX e outras personalidades da história húngara. A Praça dos Heróis  faz parte do conjunto declarado Património da Humanidade designado Budapeste.

 Opera House

Memorial do Milenio
Se um dia for a Budapest nao deixe de visitar os banhos termais(Banhos Széchenyi), ainda mais se for no inverno!




Estátua do Escritor Anônimo


sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Festas de fim de ano sem fronteiras

Oi, pessoal. Quanto tempo não? Pois é, ando meio desligado do blog. Os peço desculpa pela ausência de posts vindos de minha pessoa, tentarei manter um ritmo constante de postagem a partir de agora. Bom, hoje irei falar como foram as minhas festas de fim de ano aqui na Espanha e o que de interessante aconteceu nessa época tão especial do ano.

Confesso o fim do ano foi bastante difícil pra mim, senti muita saudade da família e amigos. Pela primeira vez estava sem minha mãe pra me dar um abraço no dia 31/12. Não participei da tradicional ceia que meu tio faz todo ano na casa da minha avó, que fez aniversário no dia 25/12. Não me reencontrei com os primos que vejo anualmente e que sempre tem muitas coisas boas para contar. E por aí vai. No entanto,  muitas coisas boas também aconteceram e é isso que irei contar no post de hoje.

A ceia dos sem fronteiras

Primeiramente tenho que dizer que fiz e continuo fazendo grandes amizades nessa minha estadia aqui na Espanha. Conheci aqui pessoas de todos os cantos do Brasil com dos mais variados tipos e com diferente sotaques, sendo que,  hoje posso dizer que essas pessoas são como uma família para mim. São pessoas que estão presentes nas horas boas e nas ruins e que compartilham dos mesmos sentimentos. Todos os 30 brasileiros que estão aqui desde Setembro estudando na UMH mantém uma relação de amizade. O fato da cidade ser pequena só ajuda.
Uma semana antes do natal decidimos fazer uma pequena ceia adiantada, fizemos isso pois nem todo mundo estaria na cidade no período natalino devido as viagens de final de ano. Também organizamos um amigo secreto para ninguém passar o natal sem presente. 
No dia da festa, que aconteceu no meu apartamento, era tanta gente que não havia cadeira para todos. A festa foi tão boa que começou na hora do almoço e só terminou as 02:00 da manhã. Conversamos, rimos, brincamos e principalmente comemos.
Comemos tudo o que tínhamos direito, até farofa, coisa que bastante difícil de se achar aqui, comemos.
O único prato que deu um pouco de trabalho para ser feito foi o peru, pois aqui diferentemente do Brasil eles vendem a peça de peru inteira sem temperar e com cabeça ainda mais. Depois de comprar o peru nenhum dos brasileiros sem fronteiras sabia como temperá-lo, mas no final tudo deu certo. 

Brasileiros participantes do CSF UMH
Nossa ceia
Já na véspera de natal fizemos outra ceia,  essa apenas com os brasileiros que haviam ficado na cidade. Assim como a festa anterior houve muita comida boa, destaque para o acarajé, e muita dança no Wii. Demos altas risadas ao ver a performance dos nossos colegas dançando Black Eyed Peas Experience. Nesse dia também realizei um sonho: - Nossa, o que será? É uma coisa meio besta, mas pra mim, não sei porque razão, era importante. Tinha vontade de tomar champagne, e tomei nesse dia, porém confesso que não vi muita diferença entre ele e a sidra Cereser.

No dia 24 falei muito  pouco com meus familiares, pois eles estavam no interior do Piauí e lá a internet não funciona muito bem, sendo que, a única forma de falar é por telefone. Liguei apenas pra desejar um feliz natal. Estava de corpo presente aqui na Espanha, mas minha mente passou o dia inteiro lá no Brasil. Perguntas do tipo: - Será que a ceia vai ser boa? Será que o pernil já ficou pronto? Será que a vó vai sentir falta de mim? Será que o pessoal já chegou na festa? Será que já começaram a entregar os presentes? Será que a mãe está triste? etc... Não saíam de minha cabeça. Saudades era o que me definia naquele dia.

Nossa segunda ceia


O Reveillon

Ao chegar o dia 31/12 era hora de viajar pra Valência, cidade que pra mim é mais que perfeita, para lá comemorar o ano novo. Chegamos em Valência a tarde e pra não perder o costume nos perdemos ao sair da estação de ônibus. Foi a maior luta para conseguir encontrar o apartamento que iríamos ficar hospedados.
Partida pra Valência

Chegamos, nos alojamos, era hora de sair pra conhecer a cidade, e também perguntar a algum morador local onde seria a queima de fogos já que estávamos na véspera de nochevieja. Descobrimos que a queima de fogos seria na praça da prefeitura da cidade  (plaza del ayutamiento), ainda bem que o apartamento era a apenas dois quarteirões do local.
Chegamos na praça as 23:59, começa a contagem regressiva para a chegada de 2013, havia muitas pessoas na praça. Todo mundo ansioso e olhando para o céu a espera da queima dos fogos. O relógio da prefeitura anunciou a chegada de 2013, e lá ficamos durante dez minutos a espera de algo especial. E nenhum sinal de fogos de artifício no céu.

Prefeitura de Valência
Quando as pessoas perceberam que não haveria nada começaram a voltar para suas casas, quando de repente, alguém solta uma daqueles foguetinhos de São João. Todo mundo volta correndo e alguém grita bem alto: -Vai começar (Vá a empezar). Ficamos lá novamente olhando para o céu, porém não passou de um alarme falso.
E assim, eu e meus amigos voltamos pra casa "aburridos" sem ter visto um fogo de artifício nos céus de Valência. Eu sinceramente achei um absurdo, até no Porto Alegre eles soltam fogos e aqui na Espanha não, fiquei realmente chateado. Porém depois me explicaram que devido a crise a Espanha não havia investido na queima de fogos em 2013 e que o problema também aconteceu em outras cidades como Barcelona e Madri. Pra mim não houve mais comemoração, estava bastante cansado da viagem e o melhor que tinha a fazer era dormir pra no dia seguinte aproveitar Valência. Era hora de dormir. Mas tenho que admitir que estava no Reveillon estava me sentindo melhor que natal. Acho que isso aconteceu porque estava muito feliz com a viagem pra Valência e a posterior ida pra Barcelona.

 No próximo post falarei das minhas impressões sobre Valência e Barcelona e contarei o que fiz por lá.

Hasta la próxima. o/

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Percepções em Viagens.

Olá a todos! Há um considerável tempo em que não publico, então acho que tá na hora de uma nova postagem.
Bom, hoje falarei sobre como terminei o ano e como comecei o novo ano.
No recesso de fim de ano, combinei com duas pessoas desconhecidas, mas os dois sendo bolsistas do CsF, de fazermos uma viagem. Peguei um voo à Londres, com uma escala de mais ou menos 18 horas em Barcelona e, chegando lá, encontrei com eles. Londres era exatamente o que eu esperava. Nada demais, apenas o que a mídia mostra. Sempre tive vontade de conhecer, mas não foi um lugar que me surpreendeu muito. Não senti aquele encanto que todo mundo sente. Mas foi legal conhecer o Science Museum, British Museum e o Natural History Museum, Thames River, London Eye, Big Ben.

British Museum
Trafalgar Square 
London Eye

À Margem do Rio Thames


Fóssil de Dinossauro no Museu de Histéria Natural de Londres

Museu de Ciência


London Eye e Rio Thames

Buckingham Palace  
Big Ben



















Ainda falando sobre Londres, vem a parte que mais gostei e que realmente senti aquela sensação de sonho realizado: Conhecer a Abbey Road, rua em que The Beatles fizeram uma foto atravessando na faixa de pedestres, para a caba do álbum que leva, também, o nome da rua. Ali, eu realmente me senti mais feliz que em todo o resto de Londres. Peguei uma canetinha e assinei meu nome no muro do Estúdio Abbey Road.

Estúdio Abbey Road

















Depois de Londres, meu próximo destino foi a "terra dos Beatles", que, como ficou claro, sou um grande fã da banda. Liverpool, essa foi um dos melhores lugares que conheci, e ainda me arrisco a dizer que foi o melhor. Um lugar que me deu vontade de viver lá, pelo menos por um tempo. Pessoas legais, receptivas, gentis. Tanto é, que ao chegar, desci do ônibus e já veio uma mulher falar comigo e no meio da agradável conversa ela me pergunta de onde sou, respondo que sou brasileiro e ela me "lasca" uma lambida no rosto, que teve início do lado direito do maxilar e seguiu subindo até a minha sobrancelha direita. rsrs. Tirando isso, acho que nada de estranho me aconteceu por lá.
E nada melhor que ter conheceido uma rua escondida no subúrbio da cidade, uma rua chamada Penny Lane, que foi onde John Lennon viveu boa parte da sua infância e adolescência. Além disso, também foi o nome de uma música da banda.


Penny Lane




































Penny Lane





















Cavern Club

Depois disso, fomos ao Cavern Club, um dos primeiros lugares em que os Beatles tocaram, no início da carreira. Não sei descrever com palavras nem gestos minha sensação sobre aquele lugar, mas se vocês pudessem ter me visto, pudessem ter olhado em meus olhos, iriam saber extamente o que senti. Cada passo gerava um arrepio. Cada gole de cerveja descia leve, parecia ser doce.
E ainda teve uma passada no The Beatles Story, um museu que conta toda a tragetória dos integrantes da banda, desde a infância, até o fim da banda, com direito a algumas coisinhas sobre o Elvis Presley.

Albert Dock

Empire Theatre

Bar em forma de Yellow Submarine



A escada mais legal que já vi. Cada degrau é o título de uma música dos Beatles.

Óculos do John.

ELVIS!!!

 Chegou hora de se despedir de Liverpool, voltar à Londres e pegar um voo com destino à Noruega, realizando um sonho de infância: passar o natal com neve. E teve muita neve!
Se tem um lugar que respira, que vive o clima natalino como manda a tradição, esse lugar é Oslo. Cheguei à cidade na tarde do dia 24 de dezembro, dei uns passeios e, voltando pra casa, passo em frente a uma igreja e uma moça, toda simpática convida a mim e meus amigos para entrarmos, pois estão oferecendo uma ceia. 
Entramos, e estava com dezenas de mesas. Nos ofereceram algo que não sei bem o que era, uma espécie de chá, ou vinho quente, com vários tipos de castanhas dentro. Pegamos, nos colocaram em uma mesa com um casal de noruegueses e já começaram a puxar conversa. Dpois de uns minutos, vem um rapaz com um daqueles engradados de refrigerante, com vários tipos diferentes, pedindo pra escolhermos o que a gente quisesse. Escolhi uma bebida natalina norueguesa. Gostei tanto que tomei várias. Na mesa tinha doces e salgados a vontade. Logo depois vem outro rapaz com pratos com peito de peru, um molho increvelmente bom e uma salada que deliciosa. Foi um grande banquete, o casal norueguês foi muito simpático, assim como todos que conheci por lá.

  Um fato curioso sobre Oslo é que, na decoração de natal, eles não usam luzes coloridas. Somente luzes brancas. E disseram ainda que é assim em todos os países escandinavos.
 Conheci, também, um rapaz finlandês. Estávamos hospedados em um mesmo quarto. Conversamos bastante e ele me disse que em seu país, as pessoas falam no mínimo 4 idiomas diferentes. Fiquei ainda mais surpreso quando ele disse que sabia falar 7 idiomas diferentes.
Oslo é tão desenvolvida, que mesmo o inglês não sendo um idioma oficial de lá, todos sabem falar, então não houve dificuldade de comunicação.
O povo norueguês foi o mais simpático que conheci. Todos dispostos a ajudar, a dar informação. Tanto é que um homem saiu do ponto de onibus onde estava para ir nos deixar onde estávamos hospedados, já que tínhamos nos perdido.
Então, mais um sonho realizado e um pouco de conhecimento adquirido.



Depois de Oslo, foi a vez de conhecer três cidades da Escócia. Edimburgo, Glasgow e Inverness. A primeira, Edimburgo, senti o mesmo que em Liverpool. Um lindo lugar, com sua arquitetura medieval e seu povo "louco". Pessoas gentis e receptivas. Conheci o belíssimo Castelo de Edimburgo, vi a ovelha Dolly empalhada em um museu, enfim, me apaixonei por Edimburgo.

Glasgow
Edimburgo
Depois fomos à Inverness, com o intuito de ver o famoso Lago Ness, mas confesso que o que eu realmente queria ver o monstro que habita o lago. rsrsrs Brincadeiras a parte, Inverness é uma cidadezinha pequena, com menos de 30 mil habitantes, lá conhecemos um inglês que nos mostrou um bar bem legal, onde tocava blues e jazz, além da tradicional música escocesa.
Depois de lá, fomos à Glasgow. Eu, particularmente, não gostei do lugar. Não há muito a se fazer, além de ir a um parque ecológico, ou a um jardim botânico... Nada demais.

Inverness

Território marcado em terras escocesas, o próximo avião foi com destino a Dublin, na Irlanda.
Sabe, até esse voo eu não tinha medo de embarcar em aviões, mas esse foi tão tenso que acho que traumatizei. Os próximos dois, depois desse, gelei as mãos, tremi, não dormi...
Na hora do embarque, em Glasgow, um dos companheiros de viagem falou: "Pô, que piloto jovem. Deve estar nos primeiros voos.". Aí entramos, sentamos e percebi que o avião estava balançando muito, além do normal. Mas até aí, tudo bem, nada demais. Estávamos quase chegando, o jovem piloto anunciou que estava preparando para o pouso, começou a descer e, do nada, subiu de uma vez. Todos já começaram a ficar com respiração acelerada. Não estávamos em área de turbulência e o avião balançava freneticamente. Logo em seguida, houve um pequena queda da aeronave, todo mundo começou a gritar desesperadamente, passou o filme da minha vida em minha cabeça, mas no final deu tudo certo.
Falando de coisa boa, a terra do grande escritor Oscar Wilde é linda. Passei o reveillon por lá, em uma festa fantástica e presenciei a primeira queima de fogos da história da cidade.
Começo de ano muito bom. Durante a festa da virada, um show de rockabilly como eu nunca tinha visto. No meio da multidão, conheci 3 garotas, estavam meio ébrias, mas foram bem simpáticas, além de lindas.

Dublin.
E por último, e não menos importante, foi a vez da Bélgica. Bruxelas, a capital, foi meio que Glasgow. Sem muitos atrativos. Tem o Atomium, que já me disseram que é mais interessante que a Torre Eiffel de Paris. Realmente é lindo, mas nem é essas coisas. Fico imaginando a torre, que todos que já foram, a descrevem como "apenas um amontoado de ferro."
Mas, em Bruxelas, peguei o trem e fui a uma cidade chamada Bruges. Outro lugar com o encanto de cidade pequena. Todos por lá andam de bicicleta. Estacionamentos para carros? Isso lá é uma raridade. O que se vê são enormes estacionamentos para bicicletas. Sabe esses estacionamentos para carros em Shoppings que se vê por aí? Então, em Bruges, eles são do mesmo tamnho, só que para bicicletas. A cidade tem canais que lembram os de Veneza e tem, também, lojas de chocolate de todos os tipos. Amei a cidade.


Bruges.
Bruxelas.
Bem pessoal, pra não ficar muito cansativo, vou terminar por aqui. Tenho muito o que falar, mas prefiro que seja em um outro post. Esse foi apenas sobre a viagem de fim de anos, mas não tardará muito e voltarei a postar.
Muitíssimo obrigado por ter gasto tempo lendo e vendo as fotos. =D
Até breve!